Simpósio

COVID-19

A detecção laboratorial do SARS-CoV-2 no contexto do Sistema Único de Saúde: a experiência do Brasil

A pandemia da COVID-19 declarada pela OMS persiste ainda até hoje e, um dos mais marcantes e importantes critérios de apoio clínico foi a detecção laboratorial. A detecção laboratorial do vírus só foi rapidamente implementada no Brasil graças a uma estrutura já existente promovida pelas universidades públicas e pela organização e existência do Sistema Único de Saúde. A detecção do vírus apoia decisões como liberação de leitos, intervenção precoce e impacta na transmissibilidade do vírus. Na palestra iremos conhecer as técnicas para a detecção do vírus, a utilidade de cada uma e, quando elas devem ou não serem utilizadas.

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Drª. Rejane Maria Tommasini Grotto

Possui graduação em Farmácia pela Universidade do Oeste Paulista (1996), Habilitação em Análises Clínicas, Modalidade: Saúde Pública (1997), Mestrado em Ciências Biológicas (Biologia Celular e Molecular) [Rio Claro] pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2002), Doutorado em Fisiopatologia em Clínica Médica [Botucatu] pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2006) com tese versando na área de Biologia Molecular aplicada à Microbiologia; subárea: Virologia e, Pós-Doutorado pela Universidade Estadual Paulista, Campus de Botucatu (2011). Atua como docente na graduação desde 1999; e na pós-graduação desde 2004. Atualmente é vinculada à Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho" atuando no Curso de Graduação em Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA), Unesp, campus de Botucatu e; nos Programas de Pós Graduação em Pesquisa e Desenvolvimento, Biotecnologia Médica e Patologia da Faculdade de Medicina de Botucatu, Unesp. Com linha de pesquisa em Biologia Celular e Molecular aplicada à Microbiologia (Subárea: Virologia) atua no ensino e pesquisa na graduação e pós-graduação. Tem experiência na área de Bioprocessos e Biotecnologia aplicada à área da Saúde, com ênfase em Biologia Celular e Molecular aplicada a microbiologia; virologia (pesquisa aplicada e assistencial) e Imunologia aplicada, atuando principalmente nos seguintes temas: Pesquisa aplicada ao Sistema Único de Saúde (SUS) na área de virologia, HIV, HCV, HBV, ZIKA Vírus, SARS-CoV-2: aspectos virológicos e do hospedeiro. Responsável pelo Laboratório de Biologia Molecular do Núcleo de Pesquisa do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB). Responsável desde 2020 pela implementação do diagnóstico molecular para o SARS-CoV-2 no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu.

Clínica e Política: relações de agravamento em tempos de pandemia.

Não fosse nossa condição de mortais, nos ocuparíamos das doenças? Como nossa racionalidade - ponto de ruptura com a natureza - se guia para determinar o que significa estar doente? Devemos retornar aos alicerces das construções da nossa "gramática da saúde" para compreendermos os discursos atuais sobre saúde e doença. Além disso, precisamos (re)abordar as intrincadas relações entre Saúde e Saúde Mental, mostrando que não há saúde mental fora da produção do "comum". Nesse sentido, Clínica e Política se imbricam - não havendo um "fora disso" - e em tempos de pandemia, tal tessitura não é menos inofensiva. Para não sermos vítimas de uma dupla captura que nos esvazia a existência, pretendo apresentar linhas de fuga que nos permitam retomar a potência da vida, que encontra-se, no presente, demasiadamente desbastada.

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Prof. Dr. Edson Olivari de Castro

Possui Graduação e Bacharelado em Psicologia (PUC/SP - 1985), Mestrado (1992) e Doutorado (2002) em Psicologia Clínica pela PUC/SP. Trabalhou em consultório particular até 2010 e exerce a docência no magistério superior desde 1986. Foi professor em tempo de dedicação parcial na UNIMEP, onde supervisionava estágios em Saúde Mental, participava do Comitê de Prevenção à Dependência Química. Foi sócio fundador da Associação Livre Instituto de Cultura e Psicanálise - Piracicaba/SP, onde dava supervisão, ministrava cursos e organizava eventos. Foi supervisor clínico-institucional do Centro de Referência da Mulher, da Tempo de Viver (Centro de Educação do Autista) e do CAPS Infanto-juvenil em Americana/SP e do CAPS I de Santa Gertrudes. Foi Avaliador de cursos de graduação pelo Basis/Sinaes/INEP. Desde 2010 é Professor (RDIDP) e Supervisor de Estágio na UNESP-Bauru, tendo atuado como Chefe do Departamento de Psicologia de 2013 a 2017. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia Clínica, atuando principalmente nos seguintes temas: psicanálise, saúde mental, arte, educação, drogas, grupos e instituições, subjetividade e contemporaneidade.