Mesa Redonda

Contraceptivos

Anticoncepção hormonal feminina - o que é importante saber

Nesta palestra, pretendo abordar a história da contracepção feminina, os tipos de contracepção, bem como suas principais características, indicações e, especialmente, suas contraindicações. Ao mesmo tempo, esclarecer dúvidas e mitos acerca desse tema. Por fim, demonstrar que a anticoncepção é uma ferramenta importantíssima para a promoção da saúde feminina. 

Dr. Rodrigo Alves Ferreira

Possui graduação em Medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (1994), residência médica em Ginecologia e Obstetrícia pelo Depto. de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (1997), mestrado em Ciências Médicas (Obstetrícia e Ginecologia) pela Universidade de São Paulo (2001) e doutorado em Ciências Médicas (Obstetrícia e Ginecologia) pela Universidade de São Paulo (2009). Com Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão de Organizações Públicas. Tem experiência nas áreas de Gestão e Medicina com destaque para Tocoginecologia, Ultra-sonografia, Reprodução Humana, Contracepção, Osteoporose, Endometriose e Endoscopia Ginecológica. Desde 2009, é docente do Departamento de Medicina da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e desde 2015 é Chefe da Divisão Médica do Hospital Universitário da UFSCar (HU-UFSCar-EBSERH).

Por que não existe uma pílula masculina? 

A proposta consiste em pensar desde uma perspectiva sociocultural as tecnologias biomédicas tendo o caso dos contraceptivos para homens como exemplo. 
Para entender por que até hoje não temos um equivalente da pílula anticoncepcional para homens, não podemos olhar apenas para os laboratórios onde as pesquisas são realizadas. As relações entre homens e mulheres nas sociedades ocidentais altamente medicalizadas são essenciais para entendermos os entraves que historicamente impediram a viabilização de uma "pílula masculina".  Se quisermos que essa tecnologia se torne uma realidade, é necessário entender os diversos aspectos que condicionam a sua possibilidade de existência. 

Me. Georgia Martins Carvalho Pereira

Doutoranda do Programa de Pós- Graduação em Saúde Coletiva do Instituto de Medicina Social/ UERJ com pesquisa sobre tecnologias contraceptivas para homens e saúde masculina; educadora popular em projeto de Pré-Vestibular Comunitário. Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2012), com período de 12 meses na Universidad de Buenos Aires (2010). Especialista em Gênero e Sexualidade pelo Centro Latino - Americano em Sexualidade e Direitos Humanos, Instituto de Medicina Social/UERJ (2014). Mestra pelo Programa de Pós- Graduação em Saúde Coletiva do Instituto de Medicina Social/ UERJ (2017), com dissertação sobre o desenvolvimento de contraceptivos masculinos e a configuração das masculinidades a partir do trabalho da ONG Male Contraception Initiative.

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